sexta-feira, 30 de agosto de 2013

PMDB tem três nomes em potencial e nenhum candidato

A primeira consequência do rompimento político entre a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e o PMDB é o lançamento de candidatura própria. O partido tem três nomes lançados, mas nenhum assume a condição. Aliás, todos jogam uns para os outros, num jogo de cena que todo mundo já conhece no Rio Grande do Norte. Os nomes potenciais todos já conhecem: o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB) e o deputado estadual Walter Alves, filho de Garibaldi.

Garibaldi fez questão de avisar à imprensa que não tem a menor motivação para ser candidato. Quer ouvir falar em tudo, menos nisso. Garante que seu nome não está posto. Mas a verdade é que está e é hoje, na opinião do blog, o que reúne melhores condições políticas.

Henrique Alves é o que parece mais distante neste momento. Ele está deslumbrado com a sua passagem pela presidência da Câmara dos Deputados e trabalha muito mais de olho em Brasília do que no Rio Grande do Norte. Mas o blog entende que não se pode descartar o seu nome devido exatamente à posição que ocupa.

Correndo por fora, o deputado estadual Walter Alves. Vejo em Walter um político promissor, mas ele é novo demais para a missão. Ora, caro leitor, Walter Alves não tem nem 30 anos, é um político de segundo mandato, portanto precisa ainda de cancha para o desafio, entendo. Mas, não duvidem, isso não será levado em conta na hora da decisão do PMDB. O que vai importar mesmo é a envergadura do seu nome na hora da disputa.

O blog hoje aposta suas fichas em Garibaldi, em primeiro lugar, Walter, em segundo e Henrique por último. Mas, em se tratando de PMDB, tudo pode acontecer. Inclusive nada.


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