sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Argumentos sobre renúncia beiram ao ridículo

Essa semana li o argumento de uma pessoa ligada ao rosalbismo que beira o ridículo. Ora, caro leitor, querer comparar uma improvável renúncia da prefeita Fafá Rosado (DEM) com as renúncias de José Agripino, Rosalba, Garibaldi ou Wilma é querer brincar com a cara de nós, eleitores. Todos renunciaram para buscar voos maiores e não para se acomodarem em um cargo público que, apesar de vantajoso do ponto de vista pessoal, nada mais é do que uma aposentadoria forçada.

Projetos
Agripino renunciou ao Governo em 1994 para se eleger senador; Garibaldi fez o mesmo em 2002 para ser candidato ao Senado Federal; Wilma de Faria saiu da prefeitura de Natal para encabeçar uma campanha histórica rumo ao Governo do Estado. Por outro lado, Rosalba renunciou ao Senado para ser governadora do Estado. Já estava com mandato garantido.

Besteira
Uma besteira besta, como Dorian Jorge Freire, querer comparar uma coisa contra outra. Continuo repetindo que não tenho nada contra a vice-prefeita Ruth Ciarlini, podem querer entronizá-la na cadeira de prefeita forçando o fim da carreira de Fafá é de uma pequena política e pessoal que não tem tamanho. Além de ser de uma grande injustiça com a própria Fafá que deveria ser enaltecida pelos seus “aliados” em nível estadual e hoje é tratada como se fosse algo descartável. Profundamente lamentável, sem dúvida, mas essa é a realidade e nenhuma outra.


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