terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Mineiro sobre Mossoró: 'Esse negócio de interferência do PT nacional é lenda'

"Esse negócio de interferência nacional é lenda. A decisão já foi tomada pelo diretório do PT de Mossoró e nós teremos candidatura própria". A declaração é do deputado estadual Fernando Mineiro, que disse não existir condição do PT nacional modificar o que já foi decidido pela legenda em nível local.

Perguntado pelo CORREIO DA TARDE sobre as seguidas interferências da deputada federal Sandra Rosado (PSB) em Brasília, para que os petistas desistam da candidatura do reitor da Ufersa, Josivan Barbosa, Mineiro preferiu diminuir o assunto: "O PT não vai interferir nas decisões dos diretórios. Isso já foi discutido e aprovado internamente", garantiu.

Fernando Mineiro aposta em Josivan Barbosa para qualificar o debate das eleições municipais de Mossoró. Para o deputado, uma das maiores referências estaduais do PT, a presença de Josivan animou o PT e criou uma expectativa muito positiva para a disputa.

"Não tenho dúvidas de que Josivan, como administrador competente e preparado que é, vai colaborar com a campanha do ano que vem. Mossoró está crescendo e merece uma administração moderna e ligada nos anseios da população", argumentou.

Natal
Pré-candidato a prefeito de Natal, Fernando Mineiro prefere evitar esticar o assunto quando se fala em pesquisa. Para ele, o momento atual é de "adequação" do cenário político. "Todos estão trabalhando para viabilizar suas candidaturas. O PT está fazendo isso nos bairros, com muitos grupos discutindo as saídas para o município que vive um péssimo momento administrativo", informou.

Mineiro minimizou o fato da base da presidente Dilma ter vários pré-candidatos. "A base no Rio Grande do Norte não funciona tão bem, afinal de contas aqui o PMDB está aliado ao DEM", ironizou.

Em Natal, além do próprio Mineiro, dentre os partidos base federal também têm pré-candidatos o PSB com a ex-governadora Wilma de Faria e o PDT com o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves.

Para o deputado, a base deverá se unir em torno de um único nome no segundo turno. No primeiro turno isso é impossível especialmente diante das circunstâncias locais.


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