quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A bebida como elixir da verdade

Já pensou, caro leitor, se nós jornalistas pudéssemos encher a cara de qualquer político e ter uma conversa “tête-à-tête” com ele, com direito a fazer todas as perguntas necessárias e que não seriam censuradas por nenhum assessor ou qualquer marketeiro previamente? Pois foi isso que aconteceu com a jornalista Thaísa Galvão. Evidentemente que ela não encheu a cara do ex-secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, muito menos o forçou a coisa alguma, porém aproveitou a oportunidade para fazer as perguntas que todo mundo queria. Estava no lugar certo, na hora certa. Fez o que qualquer jornalista com “J” maiúsculo faria.

Mesmo sem perceber, ela contou com o surto de verdade, potencializado pela doses de decepção do ex-secretário-chefe. E o fez para o bem da sociedade, que precisava saber o que foi revelado em primeira mão. Bom seria se tivéssemos mais entrevistas dessas por aqui.

Oportunidade
Cá da minha banda bem que eu gostaria de publicar aquilo que já foi me dito por alguns políticos em mesa de festas ou de bar. Não são poucas as revelações que se tornariam bombásticas, não tenha dúvidas disso, caro leitor. Porém, todas elas são com pedido de “off” ou com a velha “não me comprometa”. Exatamente o contrário do que disse Paulo de Tarso a Thaísa Galvão quando ela perguntou se poderia publicar tudo aquilo que ele estava dizendo.

Conclusão
Para não me alongar muito no assunto, fica aqui a dúvida do blog sobre como seria entrevistar Robinson Faria se ele tivesse tomado umas e outras. E Tatiana Cunha, ex-controladora-geral do Estado? Será que mais verdades apareceriam? Tomara que sim, para o bem da sociedade.


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