quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Prefeitura fecha acordo com médicos e partos continuarão a ser feitos

A gerente Executiva da Saúde, Jacqueline Amaral, e os médicos-obstetras que prestam serviços pelo Serviço Único de Saúde (SUS) chegaram a um acordo. A prefeitura reconheceu o erro pelo não-repasse de recursos aos profissionais e efetuará o pagamento ainda hoje. Sendo assim, o atendimento não será paralisado.

Os médicos-obstetras ameaçaram não realizarem mais nenhum parto hoje por causa do não-repasse dos recursos. Procuraram a Gerência da Saúde e sentaram para apresentar a sua indignação pelo não-pagamento.

Em termos gerais, Jacqueline Amaral explicou que o município entendia que o pagamento já havia sido concluído, porém acabou reconhecendo o erro depois da conversa com os profissionais.

A prefeitura vai pagar ainda hoje R$ 205.880 referentes ao "plus" (pagamento extra) de outubro, enquanto que serão creditados R$ 334 mil referentes a novembro.

Esse plus existe porque a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) não paga o suficiente aos médicos. Para evitar que eles se descredenciem e passem a atender somente na rede privada, a prefeitura tem pago estes complementos.

O Governo do Estado, por sua vez, está devendo cerca de R$ 2 milhões à prefeitura. Dentre outros não-repasses, estão exatamente o do complemento deste plus. A prefeitura, segundo Jacqueline Amaral, tem mantido o serviço praticamente sozinha nos últimos anos.

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